A história do Crioulo na estância São Francisco começou em 1930, quando Belisário Sá Sarmento importou do Uruguai Mozo Vivo, primeiro cavalo Crioulo registrado a entrar no Brasil. Mozo Vivo veio trabalhar em éguas base, as quais Belisário selecionava para o trabalho da estância. Em seu livro de registro descrevia minuciosamente as condições funcionais de cada égua, como bom encilhar, galope, quais se destacavam mais nos rodeis etc. As produções iniciais destes acasalamentos foram premiadas nas primeiras exposições da raça. Sempre pensando em acrescentar sangue novo à manada, Belisário importa da Argentina entre os anos 40 e 50 Extraño Guampa e Dagusto Cardal e, em 1963, 42 éguas das importantes cabanhas San Justo e Del Oeste. Em 1979 começa a padrear em São Francisco Otelo de Pai-Passo, Grande Campeão de Esteio e preço recorde naquela época. Em 1989 entra o primeiro reprodutor chileno, que foi Campeão Potrilho de Esteio e, posteriormente, 5º colocado no Freio de Ouro, Idahue Papito. Papito produziu, entre outros, Idauíto e Referendum Chico, importantes pais na cabanha. No ano de 1997 a estância São Francisco faz uma parceira com a cabanha Campana, com o Bocal de Prata e finalista do Freio de Ouro, Campana Guasquero, que produziu campeões como Leco Chico (Bocal de Ouro 2004).
Hoje, o plantel da São Francisco se divide em cinco afixos: Chico, Barro Azul, Chasque, Mata Olho e Baderna,
com o total de 120 éguas. A estância é movida por quatro tropilhas de cavalos castrados, registrados,
e todas as éguas são domadas e provadas antes de ir para a cria. Atualmente estão padreando em nossa manada: |
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Confira abaixo alguns das páginas das éguas base que constam no livro de registros de Belisário: |
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www.saofranciscobage.com.br |
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